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SUMMARY:"O novo e o sobrevivente. O caso Raphael Galvez" na Arte 132 Galeria
DESCRIPTION:A exposição O novo e o sobrevivente. O caso Raphael Galvez – uma realização Arte132 Galeria e Instituto Luciano Momesso – entra em cartaz a partir de 25 de novembro\, traçando os caminhos percorridos pelo artista entre as décadas de 1940 e 1990\, ao estabelecer diálogos entre os movimentos moderno e contemporâneo. A mostra \, idealizada por Orandi Momesso e Telmo Porto\, conta com textos críticos de Tadeu Chiarelli e Mayra Laudanna\, pesquisadora autora do livro Raphael Galvez 1907-1998\, da Momesso Edições de Arte. \n\n\n\nA seleção de obras proporciona uma observação profunda\, questionando o mito do progresso ininterrupto em sua pintura\, ao mesmo tempo em que enfatiza a relevância dos elementos que compõem o vocabulário formal de Raphael Galvez. Neste\, é possível identificar elementos que remetem tanto à prática estabelecida\, como à crescente tendência não figurativa que ganhava força no Brasil naquela época. O artista não apenas se posiciona entre esses dois espectros opostos da construção pictórica\, mas também os coloca em diálogo direto. \n\n\n\nA pintura de Raphael perpassa diversas fases e revisita o passado e o presente\, como uma ânsia de apreender o leque de referências que colecionava. A década inicial\, em 1940\, é de frutífera produção entorno da paisagem urbana paulista ainda em formação e é notável o saber construtivo italiano que Galvez adere neste período\, com tons baixos e cores soturnas. \n\n\n\nJá na década de 1950\, as transformações no circuito da arte brasileira\, com as criações do Museu de Arte de São Paulo (MASP)\, o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) e a primeira Bienal de São Paulo em 1951\, desencadearam uma revolução nas produções até então figurativas de Galvez. As possibilidades do não figurativo contaminam seu olhar ao ponto de fazê-lo abraçar os desafios formais de seu tempo o que marca uma inflexão em sua produção. “A visitação a acervos de todos os lugares e períodos\, pessoalmente ou via consulta ao próprio banco de imagens\, permitirá a Galvez engendrar um vocabulário formal e iconográfico repleto de soluções que\, quando se levam em consideração suas paisagens de início de carreira\, pareceriam impensáveis”\, afirma Chiarelli. \n\n\n\nAinda segundo Chiarelli\, “sua produção\, em algumas ocasiões\, assumirá um vocabulário radicalmente não figurativo\, mesmo preservando em cada uma dessas pinturas elementos presumivelmente autorais\, sobreviventes a todas as transformações surgidas com os novos desafios que a arte do seu tempo lhe provoca”.
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LOCATION:Arte 132 Galeria\, Av. Juriti\, 132 - Moema\, São Paulo\, SP\, Brasil
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