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SUMMARY:Museu Afro Brasil celebra 20 anos com três exposições
DESCRIPTION:Madalena dos Santos Reinbolt\, Sem título\, 1950-1977. Acervo do Museu Afro Brasil (MAB)\n\n\n\n\nNo dia 23 de outubro de 2004\, Emanoel Araujo (1940-2022) inaugurava o Museu Afro Brasil\, um momento essencial para a valorização das contribuições africanas e afro-diaspóricas para a formação do país. Desde então\, o museu tornou-se um espaço de memória\, resistência e criação\, voltado para o reconhecimento das lutas\, conquistas e legados do povo negro. \nEm comemoração ao seu 20º aniversário\, o Museu Afro Brasil\, uma instituição da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas\, inaugura no dia 23 de outubro de 2024 três exposições que dialogam com diferentes facetas da arte\, história\, e cultura afro-brasileira: ‘Uma História do Poder na África’\, ‘Popular\, Populares’ e ‘Pensar e Repensar\, Fazer e Refazer’. As mostras estarão abertas para visitação de terça a domingo\, das 10hrs às 17hrs\, e trazem obras que integram o espaço do Museu\, e refletem sobre o passado e o futuro da instituição. \nAs produções expostas reproduzem os desafios que o povo negro enfrenta e reimaginam a trajetória de luta da população preta no Brasil\, reconhecendo a pavimentação desse caminho ao longo dos séculos e seu impacto na sociedade brasileira. \nUma História do Poder na África – Um olhar profundo sobre a centralidade africana \nO Ministério da Cultura apresenta “Uma História do Poder na África”\, inspirada nas ideias de Cheikh Anta Diop\, “Uma História do Poder na África” destaca a relevância da África na formação das civilizações mundiais\, reconhecendo o Egito antigo como parte integrante do continente africano. As obras expostas exploram a intersecção entre passado e presente\, com destaque para relíquias egípcias que reforçam a importância cultural e histórica do Egito para a África subsaariana. \nDois nomes contemporâneos ganham destaque: a angolana Damara Inglês e a guineense Gisela Casimiro\, artistas com obras especialmente comissionadas para essa exposição. Ambas trazem perspectivas atuais que dialogam com o conceito de poder e ancestralidade africana\, contribuindo para uma releitura crítica da arte africana em suas diversas manifestações. \nEntre os artefatos e obras mais marcantes\, estão o Trono do Reino Daomé\, o Banco Luba e a Cabeça de bronze de Yoba\, além de peças raras da antiga civilização egípcia. As conexões culturais entre o Egito e o resto da África\, tão defendidas por Diop\, são evidenciadas ao longo da mostra\, que se divide em cinco núcleos temáticos. \nPopular\, Populares – A pluralidade do ‘popular’ nas artes  \nA exposição “Popular\, Populares” chega em um momento oportuno\, coincidindo com as comemorações dos 20 anos do Museu Afro Brasil. Ela enxerga questionamentos sobre o que é definido como ‘popular’ nas artes\, desafiando as categorizações que rotulam muitas vezes esses artistas como ‘ingênuos’ ou com pouca formação acadêmica. \nA mostra apresenta obras de mestres como Cândido Santos Xavier\, Luiz Antônio da Silva\, Ciça – Cícera Fonseca da Silva\, M. L. C. – Maria de Lurdes Cândido\, Jadir João Egidio\, M. C. M. – Maria Cândido Monteiro\, Mestre Noza\, Manuel Graciano Cardoso\, Mestre Vitalino (e família)\, Véio e Dedé.  \nA pluralidade da arte popular é explorada em várias dimensões\, desde as peças multicoloridas e antropo-zoomorfas até o minimalismo das formas. As obras são expostas em diálogo\, permitindo ao visitante uma experiência imersiva. A viagem começa com os barcos de Exu de Cândido Santos Xavier\, atravessa as memórias e retratos esculpidos da “Família quilombola” de Mauro Firmino e se encerra no realismo fantástico de sereias e seres míticos brasileiros\, com esculturas de Resêndio e Manuel Graciano Cardoso. \nO questionamento sobre o que é ‘popular’ atravessa toda a exposição\, com o museu desafiando visões estereotipadas sobre o lugar dessas produções na história da arte brasileira. A arte popular\, sempre plural\, revela a resistência e a sobrevivência cotidiana de seus criadores. \nPensar e Repensar\, Fazer e Refazer – Reflexões sobre o legado do Museu\, uma linha do tempo da resistência \nAo longo de duas décadas\, o Museu Afro Brasil abrigou e promoveu exposições que celebram a história e a cultura afro-brasileira\, e também desafiam narrativas que limitam o papel dos negros no Brasil e no mundo. Exposições como “Brasileiro\, Brasileiros” (2004)\, “Benin está vivo ainda lá” (2007) e “Isso é coisa de preto – 130 anos da abolição da escravidão: arte\, história e memória” (2018) mostram o esforço do museu em se posicionar como um espaço de luta coletiva.
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LOCATION:Museu Afro Brasil Emanoel Araújo\, Parque Ibirapuera\, Portão 10 - Av\, Pedro Álvares Cabral\, s/n – Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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