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SUMMARY:"Mupotyra: arqueologia amazônica" no MuBE
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia inaugura no dia 26 de outubro a exposição “Mupotyra: arqueologia amazônica”. Partindo de estudos que indicam que a ação de povos indígenas ancestrais teria sido determinante para a formação da Floresta Amazônica\, a mostra reúne arqueologia\, arte e meio ambiente para discutir a ocupação da região e os impactos da exploração excessiva dos recursos naturais em prol do desenvolvimento. Mupotyra significa florescer em Nheengatu\, língua geral amazônica. Ao revisitar o passado\, a exibição propõe um chamado de consciência para imaginarmos novos futuros\, de forma sustentável.  \n“Como Museu de Ecologia\, acreditamos ser papel do MuBE trazer para o público discussões sobre a questão ambiental\, e a Amazônia está no centro desta pauta. Esta exposição é também uma forma de contribuição do MuBE à preparação para a COP de 2025\, em Belém.” diz a Presidente do MuBE\, Flavia Velloso. \nAbre a exposição a inédita coleção de Ricardo Cardim\, que retrata a propaganda do projeto desenvolvimentista da ditadura militar através de uma política de exploração intensa\, e propõe uma reflexão sobre como chegamos à destruição qe vemos hoje.  \nA mostra traz para o público parte importante de uma das principais coleções de arqueologia e etnologia da Amazônia do mundo\, o acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP\, com diversos artefatos que revelam o conhecimento altamente qualificado e o processo de resistência dos povos indígenas no Brasil.  \nEntre acessórios como coroas\, cocares\, cestas\, vestimentas e peças de cerâmicas\, o passado nos ensina a pensar sobre o futuro\, evidenciando práticas milenares dos povos originários que fomentaram a rica biodiversidade da região. Entre elas a identificação de vestígios de complexas redes de caminhos e grandes agrupamentos humanos datadas de 2.500 anos feitas de materiais perecíveis\, como madeira e palha\, e o desenvolvimento de um sistema de construção com aterros artificiais que permitiram a ocupação permanente dos campos alagáveis\, na Ilha do Marajó (PA). \nCom expografia de Marcelo Rosenbaum\, junto aos objetos arqueológicos e etnográficos são exibidas obras contemporâneas feitas por artistas que entram em diálogo e em tensão com o material histórico. Com destaque\, os artistas indígenas participantes da mostra promovem a criticidade da arte indígena no contexto contemporâneo\, não apenas como expressão artística em si\, mas também como atos de resistência\, conectando-se às raízes que as sustentam. \nA mostra evidencia a importância das pesquisas arqueológicas\, principalmente para a compreensão do papel dos povos indígenas no manejo dos territórios e a contribuição para a diversidade ambiental\, como o plantio de espécies de árvores ao longo de trilhas e nas roças. Na exposição\, essa ação milenar é apresentada em um projeto de Thiago Guarani  que propõe\, a partir dos conhecimentos indígenas\, a criação das paisagens que compõem as áreas de floresta da Amazônia na atualidade.  \nCom entrada gratuita\, a exposição fica em cartaz no MuBE até o início de 2025 e conta também com programas educativos\, visitas guiadas e atividades especiais nos ateliês abertos aos finais de semana.  \nArtistas participantes: Yaka Huni Kui\, Uýra\, Thiago Guarani\, Tainá Marajoara\, Rita Huni Kuin\, Pedro David\, Keyla Palikur\, Jaider Esbell\, Gustavo Caboco\, Gê Viana\, Frederico Filippi\, Elisa Bracher\, Denilson Baniwa e Lilly Baniwa\, Coletivo Artistas Pelo Clima\, Cassio Vasconcellos e Maurício de Paiva. 
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