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SUMMARY:Magdalena Jitrik na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:A mostra intitulada Pueblo fantasma [Povo fantasma] de Magdalena Jitrik conta com curadoria de Florencia Qualina e reúne 18 obras inéditas que combinam elementos pictóricos com a visão histórica analítica da artista sobre o mundo. Magdalena Jitrik (Buenos Aires\, Argentina\, 1966) incorpora práticas e conceitos do pensamento revolucionário moderno\, frequentemente abordando eventos históricos e marcos da contemporaneidade. Desde a década de 1990\, a artista realiza pinturas que combinam  o comentário crítico e socialmente engajado e a pesquisa pictórica\, apurando os manejos da geometria\, da figura\, da cor e do traço. Além disso\, sua investigação com o suporte artístico transcende o plano bidimensional\, permitindo que ela conceba instalações e intervenções no espaço. Pueblo fantasma descreve um mundo imaginário construído a partir da fusão entre a experiência vivida e a dimensão onírica. “Existe\, para Magdalena\, um espaço de transição entre ambas as esferas que se condensam no nome da exposição. A partir do encontro com a palavra certa começa o andar de um mundo”\, comenta Qualina. O cenário criado pela artista evoca tanto a imagem de um vilarejo abandonado quanto uma atmosfera fantasmagórica\, mantendo traços de paisagens reais\, obtidos em sua recente viagem aos pampas. Dentre as obras apresentadas\, destaca-se Ferrocarriles Argentinos [Ferrovias argentinas]\, uma instalação que traz um maquinário de trem em miniatura percorrendo uma estrada mediada por pinturas. Essa peça marca a primeira vez em que Jitrik trabalha com um material fabricado e mecânico\, criando um circuito que evoca o sistema ferroviário argentino dos anos 1940\, quando todas as ferrovias do país foram nacionalizadas e reorganizadas. Desmontado após uma série de privatizações na década de 1990\, o sistema ferroviário argentino é resgatado pela visão crítica da artista\, que lança luz sobre sua magnitude e seu aspecto historicamente fragmentado. Um conceito central na obra da artista é a ideia de “rede”\, que está presente nas pinturas de Pueblo Fantasma\, onde elementos se interligam. Mas configura-se também na instalação Ferrocarriles Argentinos\, que se estabelece “como um sistema de comunicação localizado em um território imaginário”\, descreve Qualina.A exposição de Magdalena Jitrik reafirma sua inserção no contexto das vanguardas do século XX e nas discussões concretistas e neoconcretistas latino-americanas\, ampliando esses movimentos e conferindo-lhes um novo vigor.
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