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SUMMARY:"Iole de Freitas: Colapsada\, em pé" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Ao entrar no grande hall do Instituto Tomie Ohtake\, o visitante vai se deparar com uma surpreendente instalação de dimensão monumental concebida pela artista visual que completa cinco décadas de carreira. Iole de Freitas: Colapsada\, em pé\, com curadoria de Paulo Miyada\, é uma mostra organizada em torno desta instalação\, produzida com tubos metálicos e placas de policarbonato marcados pelo uso prévio como partes de instalações feitas pela artista nos últimos vinte e cinco anos. Essa nova peça apoia-se sobre o solo e se ergue como um abrigo aberto repleto de movimento. “Ela dispensou a possibilidade de criar novas linhas e planos suspensos na idiossincrática arquitetura desse espaço de passagem e cruzamento desenhado por Ruy Ohtake\, e desceu ao chão de seu ateliê as peças constituintes de dez de suas exposições. Tubos metálicos e placas de policarbonato marcados pelo uso (com arranhões\, manchas\, sujidades e desgastes) foram então girados\, recombinados\, aparafusados\, soldados”\, explica o curador chefe do Instituto Tomie Ohtake. Para a concepção da obra\, pela primeira vez em seis décadas\, a dança retornou direta e explicitamente ao seu fazer artístico\, como modo de apreensão do espaço e concepção da forma. Neste processo ela começou a experimentar fragmentos de dança\, cenas curtas ou anotações corporais em meio à obra em construção. Conforme Miyada\, mover-se\, só ou na companhia de seu neto\, Bento\, transformou-se numa espécie de notação que antecipa e testa relações entre partes e formas. “Trata-se da dança como régua\, sismógrafo\, desenho\, maquete\, laboratório”\, destaca. A questão com o corpo contida neste imenso “acontecimento da obra construída” convida as pessoas a percorrer a instalação em livre movimento. Os fragmentos filmados dessa experiência com a dança integram duas videoinstalações inéditas como parte da exposição desenvolvida em diálogo entre artista e o curador\, que resultará ainda em uma publicação a ser distribuída gratuitamente. Enquanto no Instituto Moreira Salles\, em Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença\, exposição em cartaz com curadoria de Sônia Salzstein\, a artista apresenta uma parte de sua história reelaborada por uma instalação contemporânea\, no Instituto Tomie Ohtake\, ela abre novos caminhos em sua obra ao reprocessar elementos constitutivos de sua trajetória: a dança e a própria matéria de suas instalações.
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