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SUMMARY:"Indomináveis Presenças" no CCBB SP
DESCRIPTION:Uýra Sodoma\, Série Elementar – LAMA\, 2017. Foto: Keila Serruya\nIdealizada pela AfrontArt\, com curadoria de Luana Kayodê e Cíntia Guedes\,  como curadora convidada\, Indomináveis Presenças tem como foco valorizar as perspectivas negras\, indígenas e LGBTQIAPN+ nas artes brasileiras\, a partir de um olhar disruptivo\, inclusivo e transformador. A exposição proporciona ao público a oportunidade de conhecer 16 artistas de todo o Brasil\, em diferentes fases de suas trajetórias\, além de imergir em narrativas muitas vezes excluídas dos circuitos tradicionais. A mostra reúne 114 obras que abrangem linguagens artísticas diversas\, como gravuras\, fotografias\, pinturas\, esculturas\, performances e obras criadas com recursos de inteligência artificial. \nCom uma abordagem singular sobre história\, identidade e percepção\, os processos artísticos se entrelaçam para questionar e transformar a forma como vemos e representamos o Brasil. Adu Santos (SP) investiga as ausências e presenças no discurso museológico\, trazendo à tona uma reflexão crítica sobre a história e as instituições. Bernardo Conceição (BA)\, por sua vez\, desafia os limites do que os olhos veem\, oferecendo novas formas de perceber o mundo e a arte. Já Bixa Tropical (BA) celebra a liberdade corporal e resgata o tropicalismo brasileiro\, criando uma arte vibrante\, cheia de cores intensas\, que questiona as normas e ressignifica a identidade nacional. \nAmpliando a diversidade temática e artística\, a mostra traz também Cosmos Benedito (MS)\, transmasculino e autista\, cuja obra aborda ancestralidade indígena e descolonização por meio de artes visuais e instalações; Edgar Azevedo (BA)\, que transita entre o real e o imaginário\, capturando emoções e a diversidade humana; Panamby (SP/MA)\, que apresenta obras poéticas ligadas a rituais e práticas corporais; Emerson Rocha (SP)\, que retrata o cotidiano da população negra e a homoafetividade periférica\, desmistificando o corpo negro e trazendo luz a temas como sonho e futuro; e Gê Viana (MA)\, que por meio de narrativas afro-indígenas\, conecta história ao cotidiano afro-diaspórico indígena celebrando dignidade e felicidade enquanto confronta a cultura hegemônica e os sistemas de arte e comunicação. \nExplorando diferentes conexões entre corpo\, identidade e ancestralidade\, Helen Salomão (BA) aborda temas de maneira sensível por meio de sua arte; Juh Almeida (BA)\, que através da fotografia e do cinema aborda uma poética experimental e documental\, além de construir novos imaginários afro visuais\, entendendo-os como ferramentas de transformação social; e  Lucas Cordeiro (BA)\, que  investiga espiritualidade e memórias através de fotografia e escultura. \nNo diálogo entre tecnologia e ancestralidade\, Mayara Ferrão (BA) trabalha com inteligência artificial e arte visual\, abordando questões afro-brasileiras. Já Rafa Bqueer (PA) transita entre moda\, escolas de samba e arte contemporânea\, colocando em pauta questões raciais e LGBTQIAPN+. \nCom um olhar sensível para corpos e narrativas marginalizadas\, a travesti Rafaela Kennedy (AM) valoriza esses sujeitos em fotografias que rompem estereótipos; Rainha F (RJ)\, por sua vez\, aborda a solidão de corpos negros e questões raciais no contexto LGBTQIAPN+\, explorando simbologias matrimoniais para criar novas perspectivas sobre mecanismos de sobrevivência. Por fim\, a artista indígena e também travesti Uýra Sodoma (PA) conecta floresta e cidade em performances marcantes\, como Árvore que Anda.
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