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SUMMARY:"Gervane de Paula: como é bom viver em Mato Grosso" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Gervane de Paula\, Arte aqui eu mato (detalhe)\, 2014. Foto: Jaime Acioli\n\n\n\nAs problemáticas socioambientais e sociopolíticas do Centro-Oeste brasileiro ocupam as trêssalas do segundo andar da Pinacoteca Luz\, com a mostra Como é bom viver em Mato Grosso do cuiabano Gervane de Paula. Sob a curadoria de Thierry Freitas\, 58 obras pontuam os mais de 40 anos da carreira desse artista ativista e multifacetado. São fotografias\, pinturas\, esculturas e instalações que traduzem a potência de um criador em constante ebulição. A mostra segue em cartaz até 1 de setembro. \n\n\n\nSuas primeiras telas\, realizadas entre os anos de 1976 a 1980\, parte delas exibidas nessa individual\, fixam imagens de um Mato Grosso recém-dividido. Thierry observa: “O artista nos apresenta sensíveis interpretações da paisagem cuiabana: o Bairro do Araés – local onde o artista nasceu e reside ainda hoje -\, com suas ladeiras ensolaradas e sua população multiétnica\, está representado em cenas de convívio e festa. Há diversas cenas com mangueiras e cajueiros\, árvores muito comuns nessas ruas naquela época. Não escapa\, também\, o registro social da economia local. São frequentes as cenas de pesca e de mineração\, mas\, principalmente\, as cenas nas quais o gado aparece em profusão\, já evidenciando a potência motriz que o agronegócio viria a tomar nos anos seguintes.” \n\n\n\nEm uma clara demonstração das imbricadas relações entre humanos e bichos na região\, destaca-se As filhas do fazendeiro\, uma tela em que dois jacarés figuram sobre a cama e\, ao fundo\, duas moças observam atordoadas. Como é bom viver em Mato Grosso reflete o aspecto crítico e o humor corrosivo de Gervane que\, inspirado no artista canadense-americano Philip Guston (Montreal\, CA\, 1913 – Nova York\, EUA\, 1980) cujas obras teve contato na 16ª Bienal de São Paulo\, em 1981\, usa\, em algumas de suas criações\, as figuras supremacistas da Ku Klux Klan\, colocando-as num passeio de carro ao Pantanal mato-grossense. \n\n\n\nO artista destaca a relevância da mostra. “Essa exposição é uma das mais importantes da minha trajetória artística\, talvez a mais importante até o momento. Porque é uma mostra individual abrigada em uma das instituições culturais mais importantes do Brasil\, a Pinacoteca de São Paulo. Segundo\, porque a mostra reúne obras de períodos diversos\, algumas inéditas\, jamais exibidas ao público\, compreendendo desde o início da minha carreira artística até a atualidade. Um momento especial\, que permite um breve balanço de quatro décadas de intenso trabalho dedicado à arte.”
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