
A PEREGRÍN Fine Art apresenta coletiva que reúne obras modernas e contemporâneas explorando a abstração através de cor, ritmo, geometria, simbolismo e percepção óptica. A exposição traça diálogos entre artistas de diferentes gerações: das composições ópticas de Victor Vasarely e das rigorosas investigações cromáticas de Josef Albers ao modernismo dinâmico de Sonia Delaunay, ao vocabulário construtivista de Loló Soldevilla e à síntese de ordem simbólica e estrutura geométrica de Joaquín Torres-García — a quem Joan Miró é também associado. O percurso propõe a abstração não como exercício puramente racional, mas como espaço de dimensões emocionais, atmosféricas, simbólicas e perceptivas, refletindo a influência duradoura do modernismo abstrato sobre a cultura visual contemporânea.
