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SUMMARY:Frans Krajcberg na Pinakotheke
DESCRIPTION:A exposição Frans Krajcberg (1921-2017) – (…) ao acordar a natureza estava preta e branca é composta por vinte obras de Frans Krajcberg\, entre esculturas\, pinturas e trabalhos em papel\, como seus relevos\, em diálogo com o ensaio fotográfico do artista feito em 1996 por Luiz Garrido (1945)\, em Nova Viçosa\, Bahia\, onde Krajcberg morava e trabalhava. Com planejamento e organização de Galciani Neves e Max Perlingeiro\, a exposição é uma realização da Pinakotheke Cultural em colaboração com a Associação de Amigos de Frans Krajcberg. “Ele foi um precursor na defesa do meio ambiente. Krajcberg se revoltou com a destruição da natureza que conheceu em suas viagens pelo país\, e sua indignação não esmoreceu até o fim de sua vida\, aos 96 anos”\, destaca Marcia Barrozo do Amaral\, presidente da AmaFrans. O público pode ver ainda Krajcberg em ação em Nova Viçosa\, indo ao mangue buscar material sobre o seu trabalho\, rindo e conversando\, no vídeo de 10 minutos exibido em looping. O registro feito por Luiz Garrido e seu assistente Carlos “Kaká” Hansen em 1996\, com uma filmadora Video8 analógica\, foi restaurado\, digitalizado e editado especialmente para a exposição. A mostra marca também o lançamento do livro homônimo com imagens das obras de Frans Kracberg e as fotografias de Luiz Garrido. Marcia Barrozo do Amaral ouviu de Krajcberg a frase:“Sonhei\, e ao acordar a natureza estava preta e branca. (…) O branco vela o negrume das arvores queimadas”. Ela registrou na memória para nunca esquecer. Ela conta ainda que ouviu incontáveis vezes Krajcberg dizer: “A estética não me basta. É necessário que a obra possa ecoar e reverberar o grito que trago no peito”. Judeu de origem polonesa\, ele chegou ao Brasil em circunstâncias trágicas\, aos 27 anos\, buscando superar os horrores da Segunda Grande Guerra\, conflito no qual esteve pessoalmente envolvido e que lhe roubou a família\, dizimada nos campos de concentração. “Aqui\, neste país tropical\, de natureza exuberante\, Krajcberg encontrou mais do que inspiração para sua obra”\, diz Marcia. “Além de excepcional artista – premiado em importantes Bienais\, como Veneza e São Paulo\, e com obras nos acervos de importantes museus\, como o Beaubourg\, em Paris – Krajcberg foi um combatente\, um ativista ambiental\, quando ainda pouquíssimos se sensibilizavam pelo tema e por suas drásticas consequências.” A exposição esteve na Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro de 25 de julho a 27 de agosto de 2022.
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