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SUMMARY:"Eu estou aqui com toda minha gente" de Jaime Lauriano na Nara Roesler Rio de Janeiro
DESCRIPTION:Jaime Lauriano. “Entradas em Minas Gerais”\, 2025. Divulgação.\n  \nJaime Lauriano (1985\, São Paulo)\, um dos artistas mais reconhecidos de sua geração\, e que tem como principal interesse em seu trabalho discutir a história do Brasil sob a perspectiva da população negra\, apresenta obras inéditas\, produzidas este ano\, na Nara Roesler Rio de Janeiro. As obras expostas refletem um momento mais reflexivo e intimista do artista\, e transitam de percepções subjetivas até as marcadamente sociais e políticas\, já conhecidas de seu trabalho. Jaime Lauriano é o autor das obras inscritas nas pedras portuguesas da entrada do Museu de Arte do Rio (MAR): a criada em 2023\, com os nomes das doze regiões da Áfricaque forneceram por meio de ações violentas a mão de obra escravizada levada ao Brasil\, e a frase “A história do negro é uma felicidade guerreira” (2018)\,um verso da música “Zumbi\, a felicidade guerreira” (1984)\, de Gilberto Gil e Wally Salomão\, composta para o filme “Quilombo”\, de Cacá Diegues. O título da exposição na Nara Roesler Rio de Janeiro\, “Eu estou aqui com toda minha gente”\, é retirado da música “A Força da Jurema”\, de Mateus Aleluia\, Dadinho e Heraldo\, gravada em 1973 pelo grupo Os Tincoãs\, que remete à ideia de cura\, aos orixás\, e faz uma homenagem a Oxum. \nNo espaço maior do térreo da galeria\, estarão\, na parede frontal\, quatro objetos da série “Pencas”\, com esculturas de latão banhadas em cobre\, penduradas em couro com argolas de latão\, feitas este ano. As esculturas têm a forma de jatobás\, búzios\, um ogó de Exu\, sinos\, agogôs\, quartinhas\, alguidar\, canecas\, pemba\, cachimbo e cabaça\, elementos da ritualística do candomblé e da umbanda\, de modo a criar uma espécie de ofertório para a cultura afro-brasileira e a sua resistência ao longo da História do Brasil. Jaime Lauriano alude neste trabalho às joias crioulas dos séculos XVIII e XIX\, consideradas um patrimônio da Bahia e da cultura afro-brasileira\, que marcam a resistência negra contra o regime escravocrata\, sendo uma das manifestações artísticas afrodescendentes mais antigas no país.  \n  \n  \n  \n 
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