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SUMMARY:"David Claerbout. spring\, slowly" no Musée de l'Orangerie
DESCRIPTION:David Claerbout\, “Backwards Growing Tree (Colour Sheet for Autumn)”\, 2023 © Cortesia Studio David Claerbout © Adagp\, Paris 2025\n\n\n\n\nDavid Claerbout (nascido em 1969) foi inicialmente formado em pintura no Nationaal Hoger Instituut voor Schone Kunsten\, em Antuérpia\, e depois em Amsterdã e Berlim. Profundamente imerso na arte da pintura\, seu trabalho faz uso da fotografia\, do vídeo e das artes digitais. Utilizando técnicas contemporâneas de manipulação de imagem\, ele cria formas híbridas\, situadas entre o cinema e a fotografia\, que desafiam a percepção do espectador e apagam a linha que separa realidade e ficção\, espontaneidade e construção cuidadosamente planejada. \nDesde os anos 1990\, Claerbout desenvolve um corpo de trabalho centrado na passagem do tempo\, composto principalmente por vídeos e também por desenhos relacionados\, estudos\, storyboards e dissertações sobre diversos projetos. Ele convida o público a explorar a pluralidade da experiência da duração por meio da percepção de mudanças muitas vezes minúsculas. Seu filme Boom (1996)\, por exemplo\, é uma observação lenta e atenta de uma magnífica árvore no campo. Somente o movimento do ar entre as folhas revela que a imagem está em movimento\, o que nos leva a vê-la com um olhar exigente e contemplativo. A imagem\, simples e bela\, exerce uma fascinação incomum ao retratar a evidência da existência da árvore no mundo. \n“Para voltar à questão do tempo como construção do espaço”\, afirma o artista\, “espero muito que a duração — e lamento que algumas pessoas critiquem meus filmes por seu ritmo lento — ajude a corroer a posição autoritária assumida pelo narrador que quer ‘dirigir’ o olhar. Preciso abrir os olhos\, e o tempo é minha ferramenta para isso\, pois afeta o espaço em que o espectador está localizado naquele momento específico.” \nEm uma busca comparável à de Monet\, quando ele descreveu seu objetivo em poucas palavras — “Quero pintar o ar que envolve a ponte\, a casa\, o barco. A beleza do ar onde esses objetos estão situados\, e isso é quase impossível.” —\, David Claerbout acrescenta que o que deseja fazer com seu trabalho é criar uma experiência espaço-temporal atípica. Ele afirma: “Uso o cinema como um modo obsoleto de narração\, esvaziando-o de sua função narrativa e das promessas que carrega\, para preservar os elementos que o constituem enquanto linguagem. Eu os redistribuo. Colaboro um pouco com essa linguagem\, não a desconstruo formalmente\, introduzo nela disjunções para inventar temporalidades.” \nO artista atualmente vive em Antuérpia e leciona em Amsterdã\, na Rijksakademie van Beeldende Kunsten\, onde foi aluno. Seu trabalho tem sido apresentado em diversas exposições\, incluindo várias mostras monográficas na França: em 2007 no Centre Pompidou\, em 2015 no FRAC Auvergne\, em Clermont-Ferrand\, e em 2018 no Museu Les Abattoirs – FRAC Occitanie\, em Toulouse. \nSuas obras foram adquiridas por diversas instituições ao redor do mundo\, incluindo o Centre Pompidou\, em Paris; o Museum of Modern Art (MoMA)\, em Nova York; o SFMOMA\, em São Francisco; o De Pont Museum\, em Tilburg; o Walker Art Center\, em Minneapolis; o Hamburger Bahnhof – Museum für Gegenwart\, em Berlim; o Museu de Arte Moderna de Paris; o MMK – Museum für Moderne Kunst e o Städel Museum\, em Frankfurt; a Emmanuel Hoffmann Foundation\, em Basileia; a Pinakothek der Moderne\, em Munique; o Hirshhorn Museum and Sculpture Garden\, em Washington; e o Solomon R. Guggenheim Museum\, em Nova York.
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LOCATION:Musée de l’Orangerie\, Jardin Tuileries Paris Département de Paris\, Paris\, Paris\, França
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