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SUMMARY:"CYBERFUNK – tecnologias de uma cidade ritmada" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Bernardo Pormenor\, Protetor Solar. Foto: Albert Andrade\n\n\n\nAo som do grave batendo na caixa de som\, a exposição CyberFunk – Tecnologias de Uma Cidade Ritmada estreia no Museu do Amanhã em 12 de julho\,trazendo uma realidade marcada pelas relações entre a cidade do Rio de Janeiro e as tecnologias da diáspora negra. A mostra coletiva foi concebida pelo Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA) – apresentado pelo Santander Brasil – em parceria com o artista-curador Pedro Pessanha\, e agora ocupa esse mesmo espaço\, localizado no átrio do Museu do Amanhã. \n\n\n\nEm sua pesquisa e trabalho artístico\, Pedro Pessanha pensa em um baile funk como espaço de criação. Nele\, surge uma diversidade de sons\, de expressões corporais e de coreografias\, além de ser um ambiente onde florescem estéticas próprias. Ele crê na pista do baile como\, sobretudo\, um marco territorial de onde nascem tecnologias hackeadas a partir das hegemônicas e se configuram reflexões sobre a cidade e possibilidades de futuros. \n\n\n\nEm CyberFunk\, o universo do funk não se resume à música – embora seja parte indissociável dele.  O paredão sonoro é a linha que costura a arte expressa em diferentes formatos\, como a moda e a ilustração\, com a reflexão sobre territórios. Os artistas e escritores são convidados para dialogar com o movimento CyberFunk e\, unidos\, compõem o baile imaginário e futurista proposto por Pedro Pessanha\, que desenvolveu uma série de ilustrações digitais para a exposição. \n\n\n\n“CyberFunk te convida a escutar as tecnologias que permitem com que nossos tambores continuem marcando a paisagem sonora da cidade. Projetamos as cores de um encontro antigo com maquinário novo”\, escreve Pedro Pessanha. E continua: “Como os ritmos que inventamos hoje vão ressoar no tempo?”. \n\n\n\nOs artistas colaboram com essas reflexões\, cada um à sua maneira. No som\, o coletivo de música e agência criativa Escola de Mistérios convida a dj Vicx para contribuir com a instalação sonora\, com uma oficina de produção musical; já o projeto musical Africanoise colabora com o EP CyberFunk\, parte da instalação sonora presente na exposição. Ainda nesse eixo temático\, a exposição conta com um ensaio inédito do jornalista\, curador e pesquisador musical GG Albuquerque\, que defende: “Nas pretitudes sônicas da diáspora negra\, o pensamento é parte do movimento da vida”. \n\n\n\n“É uma alegria receber Cyberfunk\, que traz olhar e reflexões originais sobre futuros. O Museu do Amanhã deseja ser sempre local de encontro das mais diversas perspectivas\, e agora abre espaço para jovens artistas\, músicos e pesquisadores que retratam som\, moda e territorialidade a partir de um Rio de Janeiro futurista.”\, afirma Fabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã. \n\n\n\nCompondo o time de pensadores sobre territorialidade estão Gean Guilherme\, idealizador da 2050\, laboratório de arte e tecnologia do morro Santo Amaro\, no Rio de Janeiro; e Obirin Odara\, pesquisadora e idealizadora da página ‘Não Me Colonize’. \n\n\n\nJá no time dos artistas da moda estão bernardo pormenor – criador da marca “pormenor” na Zona Norte carioca – que contribui com uma peça exclusiva; e Rachel de Oliveira Vieira\, pesquisadora de moda e comunicação\, que colabora com um texto inédito sobre as relações entre moda e a construção de identidade. \n\n\n\nRelacionando-se com o tema central do ano no Museu\, que trata em suas programações as “Inteligências”\, CyberFunk é a segunda exposição de 2024 apresentada pelo Laboratório de Atividades do Amanhã – LAA\, espaço de experimentação\, inovação e prototipagem em arte\, ciência e tecnologia do Museu do Amanhã apresentado pelo Santander Brasil.
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