A Danielian Rio de Janeiro apresenta a exposição (como me apaixonei por uma linha), primeira mostra individual de Emilio Azevedo no Brasil. O conjunto de trabalhos nasce de uma investigação sobre os modos como o território amazônico foi historicamente transformado em imagem.
A partir dessa questão, o artista percorre os rastros deixados por Marechal Rondon, figura central na expansão territorial brasileira, cujas marcas permanecem tanto no estado que leva seu nome quanto na memória institucional do Exército. Com curadoria de Fernanda Brenner, a exposição propõe um olhar crítico sobre os processos de representação da Amazônia.
