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SUMMARY:"Claudia Casarino: Corte" na Fortes D'Aloia & Gabriel
DESCRIPTION:Vista da exposição. Foto: Eduardo Ortega. Cortesia da artista e Fortes D’Aloia & Gabriel. São Paulo/Rio de Janeiro\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Corte\, exposição individual da artista paraguaia Claudia Casarino\, em São Paulo. Com curadoria de Keyna Eleison\, a mostra marca o retorno da artista à cidade após quase dez anos e apresenta um panorama de sua obra\, com trabalhos inéditos e esculturas centrais de seu repertório. Casarino\, que participou da 54a Bienal de Veneza\, no Pavilhão Latino-Americano do Istituto Italo-Latinoamericano (IILA) em 2011\, produz instalações e objetos com vestes e tecidos\, de modo a articular os mecanismos de desaparecimento e revelação do corpo feminino no espaço físico e social. Os vazios em seus trabalhos ressoam com as histórias e imagens de mulheres afetadas por sistemas estruturais de violência e se prestam a desnaturalizar esses dispositivos opressivos. \nEm suas investigações recentes\, Casarino passou a se concentrar em gestos mínimos\, que muitas vezes não são percebidos\, como a ausência de bolsos nas roupas das mulheres – algo premeditado e promovido pelo sistema patriarcal que evitou a autonomia dos corpos feminizados. Por caminhos como esse\, a artista aproxima-se de uma poética da memória do tecido e da vestimenta. Nas palavras da curadora: “Ao trazer à tona a violência naturalizada e torná-la visível através da beleza\, a artista desafia nossas percepções e nos força a encarar as verdades desconfortáveis mas que nos vestem”. \nEntre suas últimas exposições individuais estão La faena de habitar un contorno\, Centro Cultural de la Ciudad Manzana de la Ribera\, Asunción\, Paraguay (2024); Desde el Umbral – Con esta boca\, en este mundo\, Fundación Migliorisi\, Asunción\, Paraguay (2023); Tan pequeño que [allí] cabía el mundo\, María Casado\, Buenos Aires\, Argentina (2023) e Lo que nos mantiene vivos es la distancia\, MuVIM –Museo Valenciano de la Ilustración y la Modernidad\, Valencia\, Espanha (2020). \nNo Brasil destacam-se as participações da artista em quatro edições da Bienal do Mercosul  (2011\, 2005\, 2003 e 2001)\, em Curitiba\, assim como na exposição coletiva Os Mágicos Olhos das Américas\, no Museu Afro Brasil (2009)\, em São Paulo. \nSuas obras encontram-se em importantes coleções públicas\, tais como The Victoria & Albert Museum\, Londres\, Reino Unido;  The Spencer Museum\, Kansas City\, USA; Casa de América y Museo Wifredo Lam de La Habana\, Havana\, Cuba; Centro Atlántico de Arte Moderno\, Las Palmas de Gran Canaria\, Ilhas Canárias e Museo del Barro\, Asunción\, Paraguay\, entre outras.
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