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SUMMARY:"Centelhas em Movimento" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Essa exposição da Coleção Igor Queiroz Barroso inaugura o programa “Instituto Tomie Ohtake visita”\, que busca dar acesso ao grande público a obras de qualidade atestada e pouco exibidas\, apresentadas sob diferentes leituras curatoriais. “Ao estar desobrigado de uma coleção permanente\, por não ser um museu\, o Instituto Tomie Ohtake tem flexibilidade para visitar múltiplos agentes do meio artístico\, imergindo em seus repertórios\, ações e acervos\, e oferecendo aos públicos uma montagem articulada que atravessa a história da arte de modo único e temporário”\, afirma Paulo Miyada\, que assina a curadoria de Centelhas em Movimento\, ao lado de Tiago Gualberto\, artista e curador convidado para desenvolver a abordagem curatorial da coleção. Baseada em Fortaleza\, Ceará\, a Coleção Igor Queiroz Barroso tem sido formada nos últimos 15 anos\, ainda que suas raízes sejam mais antigas. Colecionar arte (em especial\, colecionar arte moderna brasileira) é uma dedicação antiga na família de Igor\, remontando às iniciativas de seus avós paternos\, Parsifal e Olga Barroso\, e maternos\, Edson e Yolanda Vidal Queiroz\, e levada a ele por seu tio\, Airton\, e sua mãe\, Myra Eliane. Essa herança implicou o convívio com a arte\, a percepção do sentido do colecionismo e até mesmo a guarda de obras que até hoje estão entre os pilares de sustentação do conjunto que Igor tem reunido. A Coleção Igor Queiroz Barroso conta com cerca de 400 obras e destaca-se por selecionar não apenas artistas de grande relevância histórica\, mas por buscar obras de especial significância na trajetória desses artistas. No recorte realizado para a exposição – de uma coleção que abriga obras produzidas entre os séculos XVIII a XXI de nomes nacionais e estrangeiros – destaca-se a produção de artistas atuantes no Brasil ao longo do século XX\, sob a ambivalência do modernismo\, movimento tão discutido neste ano em que se comemora os 100 anos da Semana de Arte Moderna paulista. As esculturas\, pinturas e desenhos reunidos indicam a diversidade abarcada pela mostra.  Gualberto destaca obras conhecidas como Ídolo (1919) e Cabeça de Mulato (1934) de Victor Brecheret (1894-1955)\, Índia e Mulata (1934) de Cândido Portinari (1903-1962)\, além de trabalhos de Alfredo Volpi (1896-1988)\, Willys de Castro (1926-1988)\, Lygia Pape (1927-2004)\, Mary Vieira (1927-2001)\, Djanira da Motta e Silva (1914-1979)\, Chico da Silva (1910-1975) e Rubem Valentim (1922-1991). O curador acrescenta ainda nomes célebres da arte brasileira como Tarsila do Amaral (1886-1973)\, Anita Malfatti (1889-1964)\, Maria Martins (1894-1973) e um grande número de obras produzidas entre as décadas de 1950 e 1970. “Esse adensamento de produções também reflete um contingente bastante diverso de artistas\, além de nos oferecer privilegiados pontos de observação das maneiras com que os valores modernos foram transformados e multiplicados na metade do século”. Segundo a dupla de curadores\, desde seu primeiro ambiente\, a mostra compartilha enigmas sobre a formação da arte brasileira e seus profundos vínculos com o território e a nação. “São convites para que cada visitante encontre seus caminhos e hipóteses por essas montagens\, encontrando o modernismo\, suas consequências e desvios em estado de ebulição\, com sua cronologia embaralhada\, suas hierarquias em suspensão e com a constante possibilidade de encontrar retrocessos nos avanços e saltos adiante nos retornos. Uma forma de reacender o calor impregnado na fatura de cada uma das obras”\, completam Gualberto e Miyada. Foi neste contexto pensada a expografia de Centelhas em Movimento\, construída com painéis flutuantes\, que colocam em relações de eco e contraste obras de artistas distintos\, de momentos e contextos diferentes: retratos e fisionomias\, com Ismael Nery\, Di Cavalcanti\, Brecheret\, Da Costa\, Segall; evocações cosmogônicas\, com Antonio Bandeira e Antonio Dias\, em contato com a Piedade barroca de Aleijadinho; paisagens\, com Chico da Silva\, Beatriz Milhazes\, Manabu Mabe\, Danilo Di Prete\, Teruz; rupturas concretas ao lado de obras figurativas\, com Volpi\, Da Costa\, Lygia Clark\, Leontina; parábolas conceituais que tangenciam sintaxes formais\, com Esmeraldo\, Schendel\, Sergio Camargo\, Serpa; e cheios e vazios com Maluf\, Sacilotto\, Pape\, Clark\, Oiticica\, Valentim. Como explica Gualberto: “Evitou-se a aplicação uniforme de organizações cronológicas dos trabalhos ou sua segmentação por autoria. O que certamente tornará a visita à exposição uma oportunidade de deflagrar nuances ou agitadas centelhas resultantes desses encontros”.
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