
Com 15 obras inéditas, os trabalhos que integram “Caminho” e cuja linguagem gráfica une influências do design, abstração geométrica, simbologia, arte cinética e street art, retratam um tempo especial na trajetória de Highraff, como conta Luiza Testa em texto curatorial. “Caminho marca uma curva em sua trajetória: é o momento em que ele passa das ruas para o ateliê; isso vem acompanhado da consolidação da matemática e da geometria, que tomam um lugar antes dominado pela intuição”, explica a curadora. É nesse lugar, segundo ela, onde o artista decide trazer para as obras símbolos carregados de importância pessoal, de espiritualidade e de tradição popular.
