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SUMMARY:"Caipiras: das derrubadas à saudade" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Almeida Júnior\, “Caipira Picando Fumo”\, 1893. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição coletiva nasce a partir do trabalho emblemático de Almeida Júnior (Itu\, 8 de maio de 1850 — Piracicaba\, 13 de novembro de 1899)\, Caipira picando fumo (1893)\, para repensar o imaginário em torno da identidade deste tipo social construído para designar o paulista interiorano. \nA figura do caipira surge do projeto político de uma elite cultural empenhada na modernização de São Paulo e na construção de um lugar destacado para o estado frente as outras unidades da federação. \nO alinhamento com tendências modernas internacionais de arte no século 19\, o realismo e o naturalismo\, faz do caipira a versão paulista dos trabalhadores do campo\, à época colocado como tipo social fundador das culturas nacionais em diversos países.  \nOBRAS E DISPOSIÇÃO \nA primeira sala expositiva perpassa a construção desse personagem (caipira)\, a representação do ambiente rural e os afazeres que os caracterizam. \nNa segunda galeria\, estão reunidas obras que buscam apresentar os antecedentes do caipira\, que pode ser entendido como a síntese de outras imagens produzidas ao longo do século 19\, entre elas bandeirantes\, mestiços e caboclos. Paralelas a essas figuras\, algumas paisagens retratam a destruição das florestas desde 1830\, tratando da relação humana com o ambiente. \nNas pinturas está representado o conhecimento do homem mestiço pela terra\, seja para se localizar em seus caminhos\, seja para explorar seus recursos. O derrubador brasileiro (1879)\, de Almeida Júnior\, é uma alegoria importante que evidencia a relação com essas paisagens ao mostrar um homem dotado de uma relação com a terra. advinda do seu sangue indígena\, e do industrialismo português. Também podem ser vistas obras como Bandeirantes e Índia (Prólogo) (1882) e Defrichement d’une forêt [Derrubada de uma floresta] (entre 1827 e 2835).  \nA última sala se volta para a representação do sistema cultural em que a figura do caipira se insere\, uma preocupação realista dos pintores modernos\, como Almeida Júnior. É nessa sala que está a Saudade (1899)\, uma das obras mais emblemáticas de Almeida Júnior. Na pintura\, uma caipira nos comove ao chorar sobre uma fotografia\, que lhe traz uma recordação. 
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
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