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SUMMARY:"Brotar no Vazio\, Atmosférico Breu" na NONADA ZS
DESCRIPTION:Ana Matheus Abbade\n\n\n\nNONADA ZS abre a exposição Brotar no Vazio\, Atmosférico Breu\, que reúne um total de 18 obras de Ana Matheus Abbade com trabalhos selecionados de Alberto da Veiga Guignard e Mira Schendel\, sob curadoria de Clarissa Diniz. \n\n\n\nBrotar no Vazio\, Atmosférico Breu é uma oportunidade para explorar a intersecção entre diferentes abordagens artísticas que lidam com materialidade e as obras escolhidas proporcionam uma reflexão sobre a relação entre o visível e o invisível\, o tangível e o intangível\, trazendo à tona a poética das materialidades efêmeras. Esta proposta viabiliza uma conversa entre os recentes trabalhos de Ana Matheus Abbade\, a pintura de Alberto da Veiga Guignard e as monotipias de Mira Schendel. Clarissa Diniz observa que “Abbade e Guignard compartilham o desafio de representar e performar a umidade\, a densidade do ar e a opacidade”. Guignard utiliza o gênero da paisagem para explorar “as formas de impregnação e continuidade entre seres\, tempos\, topografias e atmosferas”\, enquanto Ana Matheus Abbade possui uma outra abordagem sobre o tema. \n\n\n\nOs desenhos de Ana Matheus Abbade são compostos com carvão\, uma matéria seca\, mas densa\, que aproxima suas obras da pintura. A curadora comenta: “É com essa matéria seca\, porém densa\, que a artista tem composto desenhos atmosféricos que se aproximam da fatura da pintura\, encarando o problema da mancha desde a experiência do pó”. Através de suas séries Serpentes no Mangue (2024)\, Noturna (2022) e Floresta (2024)\, Abbade explora a incisão e outras formas de inscrição na superfície. Ela aborda a questão da transição\, onde a unha se torna navalha\, relacionando o corte à experiência não binária de gênero e suas implicações sociais e políticas diante da cisnormatividade\, como exemplificado na fotografia Unhas rasgarão cidades (2020). Em suas obras recentes\, a incisura fascina a artista como uma perspectiva estética e política diante da matéria do mundo e dos corpos. \n\n\n\nA curadora estabelece um paralelo entre Abbade e Schendel\, destacando o interesse de ambas pelo caráter gráfico e ontológico das marcas deixadas pela passagem e ação sobre o papel. “Reunidas\, Ana Matheus Abbade\, Alberto da Veiga Guignard e Mira Schendel habitam o vazio\, o ar e a umidade na qual estamos todos imersos. Entre paisagens e monotipias\, acariciam suas fugidias materialidades e\, assim\, dão relevo aos invisíveis que nos cercam e nos constituem”\, diz Diniz. Schendel e Abbade produzem rastros na forma de sulcos sutis\, através da monotipia ou de desenhos que se avizinham às técnicas da gravura. Estes rastros\, nas palavras de Ana Matheus\, “medem o mundo à unha\, daqui até ali”.
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