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SUMMARY:"Apocalipse" na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:Maxwell Alexandre\, série Clube\, 2024. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Instituto Comadre apresenta a exposição coletiva Apocalipse\, uma leitura simbólica e contemporânea do livro bíblico que explora questões universais e atemporais sobre moralidade\, poder e transcendência. Com curadoria assinada por Gabriela Davies e Maíra Marques e produção de Marcella Klimuk\, a mostra\, que acontece na Casa França-Brasil\, constrói uma imersão em quatro eixos: Poder x Massa e Sagrado x Profano. \nApocalipse não é uma interpretação literal do texto bíblico\, mas um convite a refletir sobre as tensões que se formam em nossa sociedade atual. Em especial\, a exposição sublinha o peso das instituições de poder e como essas estruturas afetam e transformam a experiência coletiva\, moldando comportamentos e impondo valores. Neste contexto\, o poder é visto como uma força central que organiza\, mas também oprime e desafia a massa\, fazendo surgir questões sobre autoridade e resistência. \nTrês obras foram criadas especialmente para a mostra pelos artistas Edu de Barros\, Maxwell Alexandre e Froiid\, integrando-se diretamente à arquitetura da Casa França-Brasil e ocupando também as claraboias do espaço. \nAs peças de Edu de Barros\, concebidas como profecias que entrelaçam mitos e simbolismos\, dialogam com a tradição dos afrescos e murais\, inspirando-se na arquitetura de templos e na ábside\, área que frequentemente se localiza acima dos altares. Ao tensionar os limites entre arte e religiosidade\, Edu traz uma abordagem que aproxima o espaço da contemplação estética do universo da fé\, evocando um apocalipse mundano em suas criações\, onde o sagrado e o profano se encontram. \nO díptico de Maxwell Alexandre\, parte de sua série “Clube”\, explora o poder e as fronteiras de pertencimento em espaços exclusivos\, como clubes sociais\, evidenciando o poder de exclusão e as dinâmicas de pertencimento e segregação. \nCompletando o conjunto\, “O bode na sala”\, obra de Froiid\, apresenta uma mesa de truco coberta por moedas de chocolate\, simbolizando o poder do dinheiro e suas dualidades – o jogo\, o roubo e o espaço ambíguo que o dinheiro ocupa como elemento sagrado e profano. A obra reflete sobre as tensões morais e materiais em torno do dinheiro\, evidenciando como ele pode transitar entre valores espirituais e terrenos. \nAlém disso\, Guga Ferraz contribui com a grandiosa escultura “Bispo Caído\, monumento ao Estado laico”\, uma peça de xadrez em grande escala que alude ao poder religioso e político. A obra\, apresentada anteriormente\, ganha agora uma versão ainda ampliada\, reforçando sua presença e o diálogo com o espaço expositivo. “Bispo Caído” convida à reflexão sobre o secularismo e as relações entre poder e religião. \nComo parte da rota cultural do G20\, a exposição amplia seu alcance ao integrar-se a um circuito internacional de atividades e reflexões\, oferecendo uma visão crítica sobre temas que são igualmente relevantes em uma esfera global. Através de obras que variam entre o ritualístico e o político\, Apocalipse propõe que o fim não seja apenas uma ruptura\, mas um ponto de questionamento e renascimento. O diálogo entre as obras e o ambiente da Casa França-Brasil abre possibilidades de reflexão sobre os sistemas morais e espirituais que nos cercam\, e o papel das instituições no exercício e manutenção do poder. \nArtistas participantes: Augusto Portella\, Caio Pacela\, Carlos Vergara\, Darks Miranda\, Edu de Barros\, Eduardo Berliner\, Felippe Moraes\, Fernando de La Rocque\, Francisco de Goya y Lucentes\, Froiid\, Gian Gigi Spina\, Guerreiro do Divino Amor\, Guga Ferraz\, Hélio Oiticica\, Ian Cheibub\, Jean-Marie Fahy\, Letícia Parente\, Márcia X\, Maria Antonia\, Maxwell Alexandre\, Melissa de Oliveira\, Nádia Taquary\, Randolpho Lamonier\, Raphael Escobar\, Sofia Borges\, Tainan Cabral e Thix.
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