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SUMMARY:36ª Bienal de São Paulo no Pavilhão Ciccillo Matarazzo
DESCRIPTION:Vista da instalação da 36 Bienal de São Paulo. Divulgacão: Fundação Bienal de São Paulo\nIntitulada Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática\, a edição será conduzida pelo curador geral Prof. Dr. Bonaventure Soh Bejeng Ndikung com sua equipe de cocuradores composta por Alya Sebti\, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza\, além da cocuradora at large Keyna Eleison e da consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus. A mostra se inspira no poema enigmático da poeta afro-brasileira Conceição Evaristo\, “Da calma e do silêncio”. \nA proposta central dessa Bienal é repensar a humanidade como verbo\, uma prática viva\, em um mundo que exige reimaginar as relações\, as assimetrias e a escuta como bases de convivência a partir de três fragmentos/eixos curatoriais. A metáfora do estuário – local onde diferentes correntes de água se encontram e criam um espaço de coexistência – guia o projeto curatorial\, inspirado nas filosofias\, paisagens e mitologias brasileiras. Tal conceito reflete a multiplicidade de encontros que marcaram a história do Brasil e propõe que a humanidade se una e se transforme por meio de uma escuta atenta e da negociação entre seres e mundos distintos. \nEsta edição da Bienal de São Paulo está estruturada como um projeto de pesquisa que irá se manifestar em três fragmentos/eixos. O primeiro fragmento/eixo curatorial defende reivindicar o espaço e o tempo\, busca desacelerar e prestar atenção aos detalhes e outros seres que constituem nosso ambiente. Situando-se dentro do poema “Da calma e do silêncio”\, de Conceição Evaristo\, esse eixo evoca a importância de explorar os mundos submersos que apenas o silêncio da poesia e a escuta poética podem acessar\, acolhendo as diferenças e sugerindo uma reconexão com a natureza e suas sutilezas. \nNo segundo fragmento/eixo\, a Bienal convida o público a se ver no reflexo do outro. A proposta é questionar o que vemos quando olhamos para nós mesmos e para os outros\, confrontando as barreiras e fronteiras de nossas sociedades. Esse fragmento se baseia no poema “Une conscience en fleur pour autrui”\, do poeta haitiano René Depestre\, e explora a interconectividade das experiências\, propondo uma coexistência mais atenta às necessidades coletivas. \nPor fim\, o terceiro fragmento/eixo se debruça sobre os espaços de encontros – como os estuários são espaços de múltiplas convergências\, não apenas da água doce com a salgada\, mas também o encontro do chamado Novo Mundo com as pessoas escravizadas sequestradas da África. Esse fragmento reflete sobre a colonialidade\, suas estruturas de poder e suas ramificações em nossas sociedades atuais. Essa reflexão é baseada no movimento manguebit e em seu manifesto “Caranguejos com cérebro”\, entendido como uma representação do cérebro social coletivo. A história do Brasil\, marcada pela fusão de povos indígenas\, europeus e africanos escravizados\, é um microcosmo das assimetrias de poder que ainda persistem. Nesse sentido\, a exposição explora como as culturas e as sociedades lidam com essas diferenças e criam novos caminhos de coexistência e beleza\, como manifestado em “A beleza intratável do mundo”\, de Patrick Chamoiseau e Édouard Glissant.
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