
O MAM Rio inaugura exposição de longa duração que reúne obras de cerca de 170 artistas das três coleções do museu — Coleção MAM Rio, Coleção Gilberto Chateaubriand e Coleção Joaquim Paiva — num percurso cronológico organizado em oito núcleos: Modernismos, Abstrações além da forma, O impulso geométrico, O retorno da figuração, Arte experimental, A nova pintura nos anos 1980, Elementos apropriados e A partir de 1990. A seleção inclui marcos como A japonesa (1924), de Anita Malfatti, e Urutu (1928), de Tarsila do Amaral, obras de Alfredo Volpi, Guignard, Ivan Serpa, Judith Lauand, Franz Weissmann, Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Antonio Manuel, Artur Barrio, Beatriz Milhazes e Ernesto Neto, entre muitos outros. Embora cronológica, a expografia estimula múltiplos percursos e leituras transversais, enriquecida por QR codes com textos e documentos sobre episódios decisivos da história do MAM Rio e da arte brasileira — da Opinião 65 aos cursos de Ivan Serpa.
