
O MoMA apresenta a primeira grande exposição a examinar a arquitetura moderna no contexto da independência política da África Ocidental, do final dos anos 1950 ao início dos anos 1980. Com cerca de 450 objetos de mais de 50 instituições em 17 países, a mostra reúne quatro anos de pesquisa e inclui materiais em grande parte inéditos, modelos originais e comissionados, novos filmes e fotografia comissionada — abrangendo Benin, Camarões, Côte d’Ivoire, Gana, Nigéria, Senegal e Togo. Os países recém-independentes buscavam projetar uma autoimagem progressista e cosmopolita, e a arquitetura moderna encarnava essa aspiração, engajando-se com as ideias do Pan-Africanismo e da Africanização. A exposição traça como a independência política se traduziu em espaços de troca, movimento e produção cultural — de infraestruturas a distritos de negócios, hotéis e feiras comerciais.
