
A Gladstone Gallery apresenta individual de Philippe Parreno centrada na luz como elemento constitutivo. As exposições de Parreno funcionam como estudos em sentience: objetos e vídeos parecem conscientes de sua própria existência, atuam como entidades separadas em diálogo entre si e com o ambiente que habitam. O resultado é um organismo vivo — mutável, interdependente e generativo —, em que cada elemento responde a outro em sequências em permanente transformação, muitas vezes determinadas por algoritmos. A luz, medium de longa data em sua prática, assume aqui papel estruturante: não como recurso de iluminação, mas como matéria em si.
