
Casa Triângulo apresenta Dois Infinitos, exposição individual de Sandra Cinto com textos críticos de Josué Mattos e Priscyla Gomes. A mostra reúne um novo conjunto de obras que aprofunda questões centrais de sua prática: deslocamento, horizonte, travessia e a construção poética do espaço.
Organizada em oito atos contínuos, a exposição oscila entre dois polos: um azul noturno e introspectivo, onde a paisagem se adensa e se volta para dentro, e um ouro luminoso e expansivo, onde a imagem se projeta e se dissolve no horizonte.
O tempo que organiza essas imagens não é linear, mas circular — aurora e crepúsculo deixam de ser extremos e se tornam passagens dentro de uma mesma duração contínua. Cada obra parece conter, em si, começo e fim.
